Este blog e dedicado aos brasileiros que são tratados como Hienas pelos dirigentes desta nação. Mesmo que voce não seja uma hiena venha participar desta tribuna, pois se eles assim desejam, sejamos as Hienas reunidas na alcateia prontas para combater a corrupção e denunciar os seus desmandos. Este é um espaço livre onde sua opinião tem valor.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Alô, universitários de todo o Brasil! Como transformar os debates do Diretório de Estudantes da sua Universidade em pura diversão
Em homenagem aos Remelentos & Mafaldinhas da GAP que ocupam a reitoria da USP, reproduzo um texto publicado pelo site Vanguarda Popular, uma das páginas mais inteligentes e divertidas da Internet.
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Por Demian Alves:
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Por Demian Alves:
DCE BINGO
Época de eleições do DCE. Você já cansou de ser interrompido nas aulas e receber panfletos das chapas com propostas engraçadíssimas das mais bizarras possíveis? Você está de bobeira andando pelos corredores da universidade porque o professor faltou e não tem aula? Você resolve parar pra assistir a um debate da eleição para o DCE e sente um tédio imenso durante os discursos e fica se perguntando o que está fazendo no meio daquele bando de gente à toa? Aqui tem um método eficaz para combater esse problema!
Época de eleições do DCE. Você já cansou de ser interrompido nas aulas e receber panfletos das chapas com propostas engraçadíssimas das mais bizarras possíveis? Você está de bobeira andando pelos corredores da universidade porque o professor faltou e não tem aula? Você resolve parar pra assistir a um debate da eleição para o DCE e sente um tédio imenso durante os discursos e fica se perguntando o que está fazendo no meio daquele bando de gente à toa? Aqui tem um método eficaz para combater esse problema!
Como Jogar:
Imprima o quadro abaixo antes de começar o debate com as chapas do DCE. Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X). Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite “BINGO”!
Imprima o quadro abaixo antes de começar o debate com as chapas do DCE. Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X). Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite “BINGO”!
a) “O debate já tinha começado há 5 minutos quando ganhei!”;
b) “A minha capacidade para escutar aumentou muito desde comecei a jogar o DCE Bingo”;
c) “A atmosfera do último debate foi muito tensa porque 14 pessoas estavam à espera de preencher a 5ª casa”;
d) “A organização ficou surpresa ao ouvir oito pessoas gritando “BINGO”, pela 3ª vez numa hora”;
e) “Agora, vou a todos os debates do DCE, mesmo que esteja em horário de aula”.
Se você é candidato ou te passaram o microfone para dar opinião, siga estas instruções para mandar bem e ser aplaudido:
MONTE SEU PRÓPRIO DISCURSO PARA PARTICIPAR DOS DEBATES!
A tabela abaixo permite a composição de até cem mil sentenças!
Basta combinar, em seqüência, qualquer frase da primeira coluna, com alguma da segunda, em seguida outra da terceira e finalmente qualquer uma da quarta. Termine sempre gritando alguma frase da quinta coluna. O resultado sempre será uma sentença correta, mas sem nenhum conteúdo inteligente. Monte agora mesmo seu discurso aleatório, democrático e popular! Experimente na próxima reunião do DCE e impressione até mesmo os comunistas mais ortodoxos que lá habitam há décadas, nunca se formaram e demonstram um profundo amor pela universidade “daqui não saio, ninguém me tira”!
A tabela abaixo permite a composição de até cem mil sentenças!
Basta combinar, em seqüência, qualquer frase da primeira coluna, com alguma da segunda, em seguida outra da terceira e finalmente qualquer uma da quarta. Termine sempre gritando alguma frase da quinta coluna. O resultado sempre será uma sentença correta, mas sem nenhum conteúdo inteligente. Monte agora mesmo seu discurso aleatório, democrático e popular! Experimente na próxima reunião do DCE e impressione até mesmo os comunistas mais ortodoxos que lá habitam há décadas, nunca se formaram e demonstram um profundo amor pela universidade “daqui não saio, ninguém me tira”!
(Adaptado de outro texto sobre reuniões chatas da empresa)
(do Blog do Reinaldo Azevedo)
PARABÉNS NERVOSA
Ontem nossa amiga Nervosa a San colheu mais uma rosa no jardim da vida (como diria Barros Alencar, nossa como sou velho). Falar sobre a San é chover no molhado pois nossa amizade que começou de uma troca de email quando ela trabalhava em um jornal, foi fundamental para mim que atravessava um período difícil, ela com carinho e respeito sempre me incentivou e me deu força nos momentos difícil, e isto no nosso mundo agitado é raro. Tive dela o carinho e respeito que pessoas que eu considerava amigos com os quais tinha convivencia de anos não tiveram por mim. Não consigo escrever tudo o que representou e representa sua amizade amiga. Tudo que possa desejar para voce é pouco, pois voce é destas pessoas que fazem a diferença. Parabéns e muitas felicidades para voce . Um abraço e um beijão do amigo Paulo
Filha de Ravi Shankar, a bela Anoushka Shankar funde com sucesso música indiana e flamenco
Por Daniel Setti
Quando ouvimos falar da “filha de Ravi Shankar”, lembramos imediatamente de Norah Jones, uma das estrelas norte-americanas de maior sucesso mundial na década passada. Mas, muito antes dela aparecer no cenário com o EP First Sessions (2001), sua meia-irmã mais nova, a inglesa Anoushka, já aprontava das suas nos cenários.
Curiosamente, as mães das duas belas moças foram namoradas “extra-oficiais” de Ravi Shankar, que até o ano do nascimento da segunda estava casado com a mesma mulher desde a década de 1940.
Hoje com 30 anos, Anoushka atua como tocadora de cítara, tal qual o pai, desde os 13. Aos 17 lançava o primeiro álbum, homônimo. E com seu recém-lançado sexto trabalho, Traveller, vem atraído especial atenção por promover a fusão entre a música indiana e o flamenco.
Algo que, se observado sob uma perspectiva histórica milenar, faz um certo sentido, se considerarmos que o flamenco é uma música essencialmente cigana, e as origens dos povos ciganos remontam à Índia.
Abaixo, Anoushka e uma compententíssima banda, que inclui o pianista Pedro Ricardo Miño, tocam “Buleria con Ricardo”, em festival ocorrido na cidade catalã de Girona, em julho.
Quando ouvimos falar da “filha de Ravi Shankar”, lembramos imediatamente de Norah Jones, uma das estrelas norte-americanas de maior sucesso mundial na década passada. Mas, muito antes dela aparecer no cenário com o EP First Sessions (2001), sua meia-irmã mais nova, a inglesa Anoushka, já aprontava das suas nos cenários.
Curiosamente, as mães das duas belas moças foram namoradas “extra-oficiais” de Ravi Shankar, que até o ano do nascimento da segunda estava casado com a mesma mulher desde a década de 1940.
Hoje com 30 anos, Anoushka atua como tocadora de cítara, tal qual o pai, desde os 13. Aos 17 lançava o primeiro álbum, homônimo. E com seu recém-lançado sexto trabalho, Traveller, vem atraído especial atenção por promover a fusão entre a música indiana e o flamenco.
Algo que, se observado sob uma perspectiva histórica milenar, faz um certo sentido, se considerarmos que o flamenco é uma música essencialmente cigana, e as origens dos povos ciganos remontam à Índia.
Abaixo, Anoushka e uma compententíssima banda, que inclui o pianista Pedro Ricardo Miño, tocam “Buleria con Ricardo”, em festival ocorrido na cidade catalã de Girona, em julho.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O divertido lamento musical de um torcedor sofredor, por Siba e a Fuloresta
Por Daniel Setti
Dica do amigo do blog Fernando Portela, o grupo Siba e a Fuloresta debutou em disco há nove anos com o bom Fuloresta do Samba, no qual recuperava estilos musicais da Zona da Mata de Pernambuco, como o coco e o maracatu rural. A maior parte da banda é formada por veteranos músicos de Nazaré da Mata, a 65 quilômetros de Recife.
Antes disso, seu líder Siba já acumulava larga experiência à frente do sexteto Mestre Ambrósio, um dos principais nomes da efervescente cena pernambucana dos anos 1990.
Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar, de 2007, era ainda melhor e também mais acessível, além de contar com participações como a do guitarrista Lúcio Maia (Nação Zumbi) e da cantora Céu.
E é deste álbum uma das melhores composições sobre futebol dos últimos tempos, “Meu Time”, na qual o autor Siba chora a queda de um time à terceira divisão.
Provavelmente se referia ao Santa Cruz de Recife, que só recentemente voltou a dar alguma esperança à sua multidão de torcedores ao conquistar o acesso da Série D à Série C do Campeonato Brasileiro (ou seja, foi mais fundo do que a canção já lamentava). Siba diz não ligar para futebol, mas a maioria de seus colegas de banda torcem pelo “Mais Querido”.
Politicamente incorreta, a letra tem versos divertidos como “ninguém pode ganhar campeonato/ se o juiz não tem mãe nem coração”. Confiram.
Dica do amigo do blog Fernando Portela, o grupo Siba e a Fuloresta debutou em disco há nove anos com o bom Fuloresta do Samba, no qual recuperava estilos musicais da Zona da Mata de Pernambuco, como o coco e o maracatu rural. A maior parte da banda é formada por veteranos músicos de Nazaré da Mata, a 65 quilômetros de Recife.
Antes disso, seu líder Siba já acumulava larga experiência à frente do sexteto Mestre Ambrósio, um dos principais nomes da efervescente cena pernambucana dos anos 1990.
Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar, de 2007, era ainda melhor e também mais acessível, além de contar com participações como a do guitarrista Lúcio Maia (Nação Zumbi) e da cantora Céu.
E é deste álbum uma das melhores composições sobre futebol dos últimos tempos, “Meu Time”, na qual o autor Siba chora a queda de um time à terceira divisão.
Provavelmente se referia ao Santa Cruz de Recife, que só recentemente voltou a dar alguma esperança à sua multidão de torcedores ao conquistar o acesso da Série D à Série C do Campeonato Brasileiro (ou seja, foi mais fundo do que a canção já lamentava). Siba diz não ligar para futebol, mas a maioria de seus colegas de banda torcem pelo “Mais Querido”.
Politicamente incorreta, a letra tem versos divertidos como “ninguém pode ganhar campeonato/ se o juiz não tem mãe nem coração”. Confiram.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
“Não pago pedágio em lugar algum”
Paulo Peres
Está circulando na internet, com muito sucesso, o texto “A Inconstitucionalidade dos Pedágios”, desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Márcia dos Santos Silva que, sem dúvidas, impressiona e orienta os interessados.
A jovem, que então tinha 22 anos, preparou o ensaio o “Direito fundamental de ir e vir nas estradas do Brasil”. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho num congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia Silva explicou que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos “Direitos e Garantias Fundamentais”, o artigo 5º diz o seguinte: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. E no inciso XV do artigo: “É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.
A jovem acrescentou que “o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso a todo o território nacional. O que também quer dizer que o pedágio vai contra a Constituição”.
Segundo Márcia Silva, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realizam contratos com o governo Estadual para investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas.
“No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também”, enfatizou.
A estudante mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágios sem precisar pagar. “Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.
Não tem perigo algum e não arranha o carro”, conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram.
Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia Silva, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.
Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explicou ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia Silva também contou que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio.
“Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado. Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra”, acrescentou.
Ela criticou ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Márcia Silva garantiu também que o Estado está negando um direito à sociedade. “Não há o que defender ou explicar. A Constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional”, assinalou.
A estudante apresentou o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008. Ela não sabia que área do Direito pretendia seguir, mas garantiu que ia continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
QUE MERDA!
Montadora cria carro movido a fezes
Se tiverem dificuldade em achar um nome, sugiro que relancem a Brasília.
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Com que roupa que eu vou?
As mulheres só não dominaram o mundo, porque ainda estão tentando decidir a roupa certa para a ocasião.
O CONVIDADO INCONVENIENTE
Ralph J. Hofmann
Toca o telefone, atendem: “Alô, Zé Dirceu aqui o Lula, como estas?”
“Bem Lula, o que manda?”
“Eu tô perto da tua casa, será que podia ir aí jogar uma conversa fora, tomar un Blue Label e assar uma carninha?”
“Não dá Lula, estou ocupado”.
“’tá não. Meu pessoal já verificou tua casa. O que é que há, você é o vigésimo companheiro que ligo e ‘tão todos ocupados’. Até o Evo disse que ‘tá ocupado’ e não pode me receber. Isso não é coisa que se faça? Pó! até a halitose eu fui no dentista e no gastro e curei.
“Tá bem Lula, abrindo o jogo. Vu ler pra ti a coluna do Cláudio Humberto. Tem de admitir que todo cuidado é pouco.”
“O Exterminador de Ditadores….
Nunca o mundo deveu tanto a um grande líder brasileiro. Lula conseguiu fazer uma das maiores façanhas que ninguém mais conseguiu fazer nestes 2 últimos séculos. Acabou com a saúde do grande Hugo Chávez.
(*) Charge (detalhe): Humberto do Jornal do Comércio PE
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
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