Este blog e dedicado aos brasileiros que são tratados como Hienas pelos dirigentes desta nação. Mesmo que voce não seja uma hiena venha participar desta tribuna, pois se eles assim desejam, sejamos as Hienas reunidas na alcateia prontas para combater a corrupção e denunciar os seus desmandos. Este é um espaço livre onde sua opinião tem valor.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
OSSO DURO DE ROER
Cadela leva 40 tiros, é enterrada viva, sobrevive e passa bem***
Tomara que o Chuck Norris dê uma surra no bastardo que fez isso com a cadela dele.
ROCK IN… QUÊ?
- Quem ainda não entendeu o que a Claudia Leitte está fazendo na lista do Rock In Rio levanta a mão.

segunda-feira, 30 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
PÉROLAS DA CULTURA UNIVERSAL
Caros Drs. Hocus & Pocus
Gostaria que me explicassem a estranha, antiestética compulsão por “coçar”, freqüentemente em público e abertamente que parece afetar o homem brasileiro.
Helène des Lèvres – São Luiz – Maranhão
Cara Helena
Creio que você comete uma injustiça ao homem brasileiro quando o seleciona para reclamar deste costume.
Muito deste hábito se prende à baixa qualidade do vestuário masculino brasileiro. Mesmo as melhores marcas de cuecas, de designers internacionais, não obedecem a critérios rigorosos de tamanho, em outras palavras, uma cueca tamanho G comprada de certa marca e que fica confortável não significa que a próxima cueca G da mesma marca será confortável.
Há também critérios sociológicos. Homens que na infância-adolescência foram alunos de boas escolas católicas foram treinados para ser discretos. Qual de nós não lembra da voz estentórea do Irmão Prefeito gritando de um lado para o outro do pátio da escola: “Tire a mão do bolso Hocus! “ Isto naturalmente nos encorajava a sermos cada vez mais matreiros e discretos.
Mas devemos dizer que, muitos não tiveram as vantagens de sofrer estes traumas psíquicos na sua pré-adolescência e efetivamente ignoram o seu efeito, quando “coçam” sem o menor pudor enquanto conversam com uma respeitável senhora. Outros passaram anos e gastaram fortunas com psiquiatras para liberar-se e poder “coçar” em público, coisa necessária para não serem taxados de “veados”.
Você inclui com sua carta duas fotos que ilustram o assunto, e que reproduzimos com este artigo.
Notará que o italiano da foto aproveita o momento de acomodar suas “jóias de família” para obter ao mesmo tempo certa satisfação por estímulo peniano.
Já pela expressão do brasileiro nota-se uma extrema irritação pelo fato de que seu apêndice teime em não ir para o lugar. Vê-se que considera isto uma indisciplina desse apêndice. Ele, se quiser massagear seu pênis em público o fará abertamente, sem os subterfúgios adotados pelo italiano, que finge acomodar-se.
Esperamos ter podido contribuir, ao menos parcialmente, para esclarecer suas perplexidades.
Escreva-nos sempre.
Drs. Hocus & Pocus
Gostaria que me explicassem a estranha, antiestética compulsão por “coçar”, freqüentemente em público e abertamente que parece afetar o homem brasileiro.

Helène des Lèvres – São Luiz – Maranhão
Cara Helena
Creio que você comete uma injustiça ao homem brasileiro quando o seleciona para reclamar deste costume.
Muito deste hábito se prende à baixa qualidade do vestuário masculino brasileiro. Mesmo as melhores marcas de cuecas, de designers internacionais, não obedecem a critérios rigorosos de tamanho, em outras palavras, uma cueca tamanho G comprada de certa marca e que fica confortável não significa que a próxima cueca G da mesma marca será confortável.
Há também critérios sociológicos. Homens que na infância-adolescência foram alunos de boas escolas católicas foram treinados para ser discretos. Qual de nós não lembra da voz estentórea do Irmão Prefeito gritando de um lado para o outro do pátio da escola: “Tire a mão do bolso Hocus! “ Isto naturalmente nos encorajava a sermos cada vez mais matreiros e discretos.
Mas devemos dizer que, muitos não tiveram as vantagens de sofrer estes traumas psíquicos na sua pré-adolescência e efetivamente ignoram o seu efeito, quando “coçam” sem o menor pudor enquanto conversam com uma respeitável senhora. Outros passaram anos e gastaram fortunas com psiquiatras para liberar-se e poder “coçar” em público, coisa necessária para não serem taxados de “veados”.
Você inclui com sua carta duas fotos que ilustram o assunto, e que reproduzimos com este artigo.
Notará que o italiano da foto aproveita o momento de acomodar suas “jóias de família” para obter ao mesmo tempo certa satisfação por estímulo peniano.
Já pela expressão do brasileiro nota-se uma extrema irritação pelo fato de que seu apêndice teime em não ir para o lugar. Vê-se que considera isto uma indisciplina desse apêndice. Ele, se quiser massagear seu pênis em público o fará abertamente, sem os subterfúgios adotados pelo italiano, que finge acomodar-se.
Esperamos ter podido contribuir, ao menos parcialmente, para esclarecer suas perplexidades.
Escreva-nos sempre.
Drs. Hocus & Pocus
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
MAMÃE!!!
Das séries “Grandes constrangimento da TV Brasileira” e “Me engana que eu gosto”…
Faz um filho nessa… treta.
Também pudera, né? Juntaram Luciana Gimenez, Jair Bolsonaro e Agnaldo Timóteo no mesmo lugar. Se tivessem desenhado um pentagrama no chão, Lúcifer surgiria sapateando com Judas, Hitler e Bin Laden vestidos de chacrete.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
CORDEL DESENCANTADO
Sérgio Gomes
Se falo certo,
Tô errado,
Se falo errado,
Tô diplomado,
Porque nesse Brasil,
O bom é ser analfabetizado...
Se sou hetero,
tô errado,
Se sou gay,
Tô valorizado,
Porque nesse Brasil,
Anda tudo meio afrescalhado...
Se elogio uma mulher,
É assédio, tô errado,
Mas, se ignoro, coitado
Tô lascado, me chamam de viado
Porque nesse Brasil,
Anda tudo muito politizado...
Se faço brincadeira na escola,
Tô errado,
Se não faço, fazem comigo
Tô lascado,
Porque nesse Brasil,
Anda tudo bullynguizado...
Já não sei o que fazer,
Se posso me virar ou me mexer,
Se devo andar de frente ou de lado,
Êta paisinho de merda danado!
Tô errado,
Se falo errado,
Tô diplomado,
Porque nesse Brasil,
O bom é ser analfabetizado...
Se sou hetero,
tô errado,
Se sou gay,
Tô valorizado,
Porque nesse Brasil,
Anda tudo meio afrescalhado...
Se elogio uma mulher,
É assédio, tô errado,
Mas, se ignoro, coitado
Tô lascado, me chamam de viado
Porque nesse Brasil,
Anda tudo muito politizado...
Se faço brincadeira na escola,
Tô errado,
Se não faço, fazem comigo
Tô lascado,
Porque nesse Brasil,
Anda tudo bullynguizado...
Já não sei o que fazer,
Se posso me virar ou me mexer,
Se devo andar de frente ou de lado,
Êta paisinho de merda danado!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Por uma vida melhor... (apud MEC 2011)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
A aula de Dilma Rousseff: como discursar sem completar nenhum raciocínio
Ao chancelar o livro didático que ensina aos brasileiros que falar ou escrever errado está certo, o Ministério da Educação homenageou o ex-presidente Lula: é assim que ele se expressa. Se quiser livrar-se de ciumeiras, convém ao ministro Fernando Haddad afagar o ego da presidente Dilma Rousseff. Uma boa ideia talvez seja usar o sistema de educação à distância para ensinar que qualquer raciocínio precisa ter começo, meio e fim. Para tanto, basta mostrar aos estudantes o vídeo divulgado pelo Implicante. Vendo e ouvindo Dilma Rousseff, todos aprenderão o que não podem fazer.
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